quinta-feira, 24 de novembro de 2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
terça-feira, 8 de novembro de 2011
sábado, 5 de novembro de 2011
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Testemunho de Emma Smith.....
Ao longo de sua vida, Emma deixou claro sua fé na vocação profética de Joseph, do Livro de Mórmon, e da Restauração da Igreja de Jesus Cristo na terra. Por exemplo, o marco 1844 minutos do relatório da Sociedade de Socorro Emma afirma:
Se ele [Joseph] era um profeta, o que ele é ….
Muitos anos mais tarde, após os santos dos últimos dias terem ido para o oeste, Parley P. Pratt Jr. voltou para o leste em uma missão em 1877. Parley P. Pratt Jr. parou em Nauvoo ao longo do caminho e relatou em uma carta para casa:
No dia seguinte, em companhia do irmão. Jamison, visitamos o local do Templo e outros locais de interesse, visitando Emma Smith à tarde, que nos recebeu com um grau de bondade. Ela está agora com 73 anos de idade, com a saúde debilitada. Tomamos a liberdade de perguntar-lhe, em espírito de caridade, muitas questões simples, muitas das quais ela respondeu, e outras que ela evitou. Ela declarou para nós nos termos mais positivos, que seu marido, Joseph Smith, viveu e morreu como um verdadeiro profeta de Deus.
Outras notas dessa reunião relata Emma comentando: “Eu acredito que ele [Joseph] era tudo o que ele professava ser.” Poucos meses antes de falecer, Emma deu o seu testemunho final a seus filhos.
Pergunta. Qual a verdade do mormonismo?
Resposta. Eu sei que o mormonismo é a verdade, e acredito que a Igreja foi estabelecida por orientação divina. Tenho completa fé nele. Ao escrever para o seu pai eu escrevia freqüentemente dia após dia, muitas vezes, sentada à mesa perto dele, e ditando hora após hora, sem nada entre nós.
Pergunta. Ele não tinha um livro ou manuscrito que ele lia, ou ditava para você?
Resposta. Ele não tinha nem manuscrito nem livro para ler.
Pergunta. Ele poderia ter tido, e você não sabia?
Resposta. Se ele tivesse alguma coisa do tipo, ele não poderia ter escondido isso de mim.
Pergunta. Tem certeza de que ele tinha as placas no momento em que escrevia para ele?
Resposta. As placas, muitas vezes estavam sobre a mesa sem qualquer tentativa de ocultação, envoltas em uma toalha de mesa de linho pequena, que eu lhe tinha dado para guardá-las dentro. Uma vez eu senti as placas, enquanto estavam sobre a mesa, sentindo seu contorno e a forma . Elas pareciam ser flexíveis como papel grosso, e tinha um som metálico quando as bordas eram movidas pelo polegar, como alguém faz às vezes usando o polegar nas bordas de um livro.
Pergunta. Onde meu pai e Oliver Cowdery escreveram?
Resposta. Oliver Cowdery e seu pai escreveram no quarto onde eu trabalhava.
Pergunta. Não era possível meu pai ter ditado o Livro de Mórmon para você, Oliver Cowdery e os outros que escreveram para ele, depois de ter escrito, ou tê-lo lido de algum livro?
Resposta. Joseph Smith [e pela primeira vez, ela usou o nome dele direto, tendo normalmente usado as palavras, "seu pai" ou "meu marido"] não podia nem escrever, nem ditar uma carta coerente e bem redigida, muito menos ditar um livro como o livro de Mórmon. E, embora eu fosse uma participante ativa nas cenas que ocorreram, e estava presente durante a tradução das placas, e tinha conhecimento de coisas tal como ocorreu, é maravilhoso para mim “, uma maravilha e um assombro”, tanto quanto para qualquer um.
Pergunta. Devo supor que você teria descoberto as placas e as examinado?
Resposta. Eu não tentei segurar as placas, e não fiz nada que não lhe tenha dito, nem descobri-las para vê-las. Eu estava convencida de que era a obra de Deus e, portanto, não senti que fosse necessário fazê-lo;
Major Bidamon sugeriu aqui: Será que o Sr. Smith a proíbiu de examinar as placas?
Resposta. Eu não acho que ele o fez. Eu sabia que ele as tinha, e não estava particularmente curiosa sobre elas. Eu as mudava de lugar para lugar na mesa, como era necessário ao fazer meu trabalho.
Pergunta. Mãe, qual é sua opinião sobre a autenticidade ou origem, do Livro de Mórmon?
Resposta. Minha crença é que o Livro de Mórmon é de autenticidade divina – Eu não tenho a menor dúvida disso. Estou convencida de que nenhum homem poderia ter ditado o texto dos manuscritos a menos que ele tenha sido inspirado, pois, quando atuei como sua escrevente, seu pai ditava para mim horas após horas, e ao retornar após as refeições, ou depois de interrupções, ele podia, de uma vez começar de onde tinha parado, sem ver o manuscrito ou ter lido qualquer parte dele para ele. Isso era uma coisa usual que ele fazia. Teria sido improvável que um homem culto pudesse fazer isso e, para alguém tão ignorante e com pouco estudo como ele era, era simplesmente impossível.
Em adição ao testemunho de Emma em palavras, a devoção dela a Joseph e ao evangelho restaurado serve como uma poderossa testemunha da fé dela.
fonte:
http://profetajosephsmith.org/testemunho-de-emma-smith#.Tqp-RptVcVghttp://assuntospublicoscampogrande.blogspot.com
sábado, 22 de outubro de 2011
sábado, 1 de outubro de 2011
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
sábado, 6 de agosto de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Amar....
Memória e amor interior: como se alimenta o coração?
Somente um coração grande e bem alimentado de recordações é capacitado para o perdão.
Para que o ato de perdoar seja sincero e profundo - nem fingido, nem tampouco superficial ou passageiro - é preciso possuir um coração generoso. Um coração calculista, fraco, reagiria negativamente ante a exigência de perdoar, por exemplo, uma injustiça. Inclusive poderia até considerar isso como um ato “injusto”, pois, para esse tipo de coração, quem quer que tenha atraiçoado alguém ou deixado uma pessoa ferida não “merece” tal atitude advinda do perdão.
Mas como é possível fazer crescer diariamente o coração? De que se alimenta ele? Sabemos que a inteligência cresce mediante o conhecimento, e que a vontade se fortalece graças à repetição de atos bons, praticados com liberdade. O coração cresce quando ama...
Mudanças..
“Mudar requer sempre disposição para reconhecer os próprios defeitos e isso dói. Dói despregar-se daquilo em que sempre acreditamos, principalmente em relação a nós mesmos. Autoconhecimento traz muitas dores, mas é uma das únicas estradas que podem nos libertar e levar à realização pessoal mais verdadeira, onde concretizamos toda nossa potencialidade adormecida
sexta-feira, 27 de maio de 2011
quinta-feira, 12 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Rainhas.....
As vezes nós mulheres pensamos que para tratar nossos maridos como um rei é necessário fazer
coisas fora do nosso alcance. Nada disso, é no nosso dia-a-dia com simplicidade, humildade e amor que trataremos bem nossos esposos. O que faremos?
Veja algumas dicas:
Sempre diga a seu marido que o ama.
Prepare os pratos que ele mais gosta.
Chame-o por algum nome carinhoso.
Arrume-se para esperá-lo, quando ele chegar do trabalho.
Deleite-se em seus elogios para você.
Faça-o rir.
Faça com que esteja sempre com a meljor aparência possível.
Conforte-o quando estiver mal.
Pense sempre em como ele é maravilhoso.
Sinta sua falta quando ele estiver viajando
Prepare os pratos que ele mais gosta.
Chame-o por algum nome carinhoso.
Arrume-se para esperá-lo, quando ele chegar do trabalho.
Deleite-se em seus elogios para você.
Faça-o rir.
Faça com que esteja sempre com a meljor aparência possível.
Conforte-o quando estiver mal.
Pense sempre em como ele é maravilhoso.
Sinta sua falta quando ele estiver viajando
Nunca fale mal dele.
Saliente suas qualidades para seus amigos.
Faça o melhor para agradá-lo.
Faça o melhor para agradá-lo.
Mas, talvez você agora esteja pensando: "Meu esposo é uma pessoa tão difícil de ser tratado! O que está sendo sugerido acima é muito complicado eu fazer."
Não é não. Sabemos que nós mulheres temos um poder muito grande de edificar ou espalhar.
Como filhas de um Rei, podemos e devemos edificar o nosso lar. E essa responsabilidade também é nossa.
Se dissermos todos os dias ao nosso marido que ele é grosseiro, então ele acreditará que realmente é, e não fará nada para melhorar, mas se elogiarmos, mesmo que ele não tenha feito nada de especial, então ele se tornará aquilo que sempre repetirmos que ele é. O mesmo se dá com nossos filhos, ou todas as pessoas.
Se dissermos todos os dias ao nosso marido que ele é grosseiro, então ele acreditará que realmente é, e não fará nada para melhorar, mas se elogiarmos, mesmo que ele não tenha feito nada de especial, então ele se tornará aquilo que sempre repetirmos que ele é. O mesmo se dá com nossos filhos, ou todas as pessoas.
Que possamos ser o que realmente somos: Rainhas, esposas de Reis!
Mães em Sião......
Mães em Sião, o papel que lhes foi concedido por Deus é vital para sua própria exaltação e para a salvação e exaltação de sua família. Uma criança precisa mais da mãe do que de todas as coisas que o dinheiro pode comprar. Passar um tempo com seus filhos é o maior de todos os presentes. Com amor no coração pelas mães em Sião, gostaria de sugerir dez maneiras específicas que vocês, nossas mães, podem passar o tempo eficazmente com seus filhos.Estejam nas Encruzilhadas. Em primeiro lugar, disponham de tempo para estarem nas encruzilhadas
da vida quando seus filhos estiverem indo ou vindo: quando forem e voltarem da escola, quando saírem e voltarem de encontros, quando trouxerem amigos para casa.
Estejam nas encruzilhadas quer seus filhos tenham seis ou dezesseis anos. Lemos em Provérbios: ‘A criança entregue a si mesma, envergonha a sua mãe’. (Provérbios 29:15) Uma das maiores preocupações de nossa sociedade são milhões de crianças que passam grande parte do dia sem supervisão e que voltam para uma casa vazia, sem os cuidados dos pais que passam o dia inteiro trabalhando fora.
Seja uma Amiga Verdadeira. Segundo, procurem ser uma verdadeira amiga de seus filhos. Ouçam seus filhos, de verdade. Conversem com eles, riam e brinquem com eles, cantem com eles, joguem com eles, chorem com eles, abracem-nos, elogiem-nos com sinceridade. Sim, passem alguns momentos tranqüilos, sem pressa, com cada filho, individualmente. Sejam uma verdadeira amiga de seus filhos.
Leiam para Seus Filhos. Terceiro, mães, leiam para seus filhos. Comecem desde o berço, leiam para seus filhos e filhas. Lembrem-se do que disse o poeta: Vocês podem ter um tesouro inestimável; Cofres cheios de jóias e arcas cheias de ouro. Mas jamais serão mais ricos do que eu. Tive uma mãe que lia para mim. (Strickland Gillilan, “The Reading Mother.”)
Vocês incutirão o amor pela boa literatura e um verdadeiro amor pelas escrituras se lerem regularmente para seus filhos.
Orem com Seus Filhos. Quarto, disponham de tempo para orar com seus filhos. A oração familiar, sob a direção do pai, deve ser realizada pela manhã e à noite. Façam com que seus filhos sintam sua fé ao invocar as bênçãos do céu sobre eles. Parafraseando Tiago: “A oração feita por [uma mãe justa] pode muito em seus efeitos.” (Tiago 5:16).
Faça com que seus filhos participem das orações familiares e individuais, e regozijem-se em suas ternas conversas com seu Pai Celestial.
Realizem a Noite Familiar Toda Semana. Quinto, realizem uma noite familiar significativa todas as semanas. Com o marido presidindo, participem de uma reunião familiar espiritual e inspiradora todas as semanas. Façam com que seus filhos participem ativamente. Ensinem-lhes princípios corretos. Faça disso uma de suas grandes tradições de família. Lembrem-se da maravilhosa promessa feita pelo Presidente Joseph F. Smith quando foi iniciado o programa de noites familiares na Igreja: “Se os santos obedecerem a esse conselho, prometemos que grandes bênçãos resultarão disso. O amor no lar e a obediência aos pais aumentarão. A fé será desenvolvida no coração dos jovens de Israel, e eles ganharão vigor para combater as influências malignas e tentações que vierem a enfrentar”. (James R. Clark, comp., Messages of the First
Presidency of The Church of Jesus Christ of Latter-day Saints, 6 vols., Salt Lake City: Bookcraft, 1965–1975, 4:339.).
Essa maravilhosa promessa ainda é válida hoje
.Estejam Juntos nas Refeições. Sexto, façam as refeições juntos, sempre que possível. Isso se torna bem difícil quando os filhos ficam mais velhos e sua vida fica mais atarefada. Mas há conversas alegres, compartilham-se os planos e as atividades do dia e ocorrem momentos especiais de ensino nas refeições porque a mãe, o pai e os filhos se empenham para isso.
Leiam as Escrituras Diariamente. Sétimo, reservem um horário para ler as escrituras todos os dias com a família. A leitura individual das escrituras é importante, mas a leitura das escrituras em família é de vital importância.
Ler o Livro de Mórmon juntos como família é algo que aumentará a espiritualidade em seu
lar e dará tanto aos pais quanto aos filhos o poder de resistir à tentação e de ter o Espírito Santo como companheiro constante. Prometo que o Livro de Mórmon irá mudar a vida de sua família.
lar e dará tanto aos pais quanto aos filhos o poder de resistir à tentação e de ter o Espírito Santo como companheiro constante. Prometo que o Livro de Mórmon irá mudar a vida de sua família.
Façam Coisas em Família. Oitavo, façam coisas juntos em família. Façam com que os passeios em família, os piqueniques, os aniversários e as viagens em família sejam momentos especiais e criem boas recordações.
Sempre que possível, assista com toda a família a eventos em que um dos familiares esteja envolvido, como peças de teatro na escola, um evento esportivo, um discurso, um recital. Assistam às reuniões da Igreja
juntos e sentem-se juntos como família, quando puderem. A mãe que ajuda a família a orar e a brincar juntos faz com que a família permaneça sempre unida e abençoa a vida dos filhos para sempre.
Sempre que possível, assista com toda a família a eventos em que um dos familiares esteja envolvido, como peças de teatro na escola, um evento esportivo, um discurso, um recital. Assistam às reuniões da Igreja
juntos e sentem-se juntos como família, quando puderem. A mãe que ajuda a família a orar e a brincar juntos faz com que a família permaneça sempre unida e abençoa a vida dos filhos para sempre.
Ensinem Seus Filhos. Nono, mães, disponham de tempo para ensinar seus filhos. Estejam atentas a oportunidades de ensino. Isso pode ser feito a qualquer momento do dia—nas refeições, em situações informais ou em ocasiões especiais em que a família esteja reunida, ao pé da cama no final do dia, ou numa caminhada bem cedo pela manhã. Mães, vocês são a melhor professora de seus filhos. Não passe essa preciosa responsabilidade para as creches ou as babás. O amor materno e sua preocupação fervorosa com os filhos são os mais importantes ingredientes ao ensiná-los. Ensinem-lhes princípios do evangelho. Ensinem a eles que vale a pena ser bom. Ensinem a eles que não há segurança no pecado. Ensinem a eles o amor pelo evangelho de Jesus Cristo e um testemunho de sua divindade. Ensinem o recato a seus filhos e filhas, e ensinem o respeito pelo sexo oposto. Ensinem a seus filhos a pureza sexual, os devidos padrões de namoro, o casamento no templo, o trabalho missionário e a importância de aceitar e magnificar chamados na Igreja.
Ensinem seus filhos a amarem o trabalho e valorizarem a instrução e a educação. Ensinem a importância do tipo certo de entretenimento, inclusive filmes adequados e fitas de vídeo, música, livros e revistas. Conversem sobre os males da pornografia e das drogas, e ensinem o valor de se ter uma vida pura. Sim, mães, ensinem a seus filhos o evangelho em sua própria casa, em seu próprio serão. Esse é o ensino mais eficaz que seus filhos receberão na vida. Essa é a maneira do Senhor ensinar.
A Igreja não pode ensinar como vocês, tampouco a escola. A creche não pode fazê-lo. Mas vocês podem, e o Senhor irá auxiliá-las. Seus filhos lembrarão para sempre os seus ensinamentos, e quando ficarem velhos, não se afastarão deles. Eles a chamarão abençoada: sua mãe que é verdadeiramente um anjo. Mães, esse tipo de ensino celestial e materno exige tempo, muito tempo. Não pode ser feito eficazmente em meio-período. Precisa ser feito o tempo todo para salvar e exaltar seus filhos. Esse é seu divino chamado.
Amem Verdadeiramente Seus Filhos. Décimo e final, mães, disponham de tempo para amar
verdadeiramente seus filhos. O amor irrestrito da mãe se assemelha ao amor de Cristo. Eis um belo tributo de um filho à sua mãe: “Não me lembro de seus pontos de vista políticos nem seu prestígio social; e suas idéias sobre a educação dos filhos, dietas e pedagogia eu não consigo recordar. A coisa principal que me vem à mente agora, atravessando a espessa barreira dos anos, é que ela me amava. Ela gostava de deitar-se na grama comigo e contar-me histórias, ou brincar de esconde-esconde conosco, seus filhos. Ela estava sempre me abraçando. E eu gostava disso. Ela tinha um rosto feliz. Para mim, era como Deus, e todas as bem-aventuranças que os santos contam Dele. E cantava! De todas as sensações agradáveis de minha vida, nada se compara ao enlevo de ficar em seu colo e adormecer enquanto ela me embalava em sua cadeira de balanço e cantava.
verdadeiramente seus filhos. O amor irrestrito da mãe se assemelha ao amor de Cristo. Eis um belo tributo de um filho à sua mãe: “Não me lembro de seus pontos de vista políticos nem seu prestígio social; e suas idéias sobre a educação dos filhos, dietas e pedagogia eu não consigo recordar. A coisa principal que me vem à mente agora, atravessando a espessa barreira dos anos, é que ela me amava. Ela gostava de deitar-se na grama comigo e contar-me histórias, ou brincar de esconde-esconde conosco, seus filhos. Ela estava sempre me abraçando. E eu gostava disso. Ela tinha um rosto feliz. Para mim, era como Deus, e todas as bem-aventuranças que os santos contam Dele. E cantava! De todas as sensações agradáveis de minha vida, nada se compara ao enlevo de ficar em seu colo e adormecer enquanto ela me embalava em sua cadeira de balanço e cantava.
Pensando nisso, fico perguntando-me se a mulher atual, com todas as suas magníficas idéias e planos, se dá conta de que influência todo-poderosa ela é para moldar seu filho para o bem ou para o mal. Pergunto-me se ela se dá conta de como o amor e atenção são importantes na vida de uma criança”.
Mães, seus filhos adolescentes também precisam desse mesmo tipo de amor e atenção. Parece mais fácil para muitas mães e pais expressar seu amor aos filhos quando eles são jovens, mas isso fica mais difícil à medida que eles ficam mais velhos. Trabalhem nisso fervorosamente. Não é preciso haver um abismo que separa as gerações.
Mães, seus filhos adolescentes também precisam desse mesmo tipo de amor e atenção. Parece mais fácil para muitas mães e pais expressar seu amor aos filhos quando eles são jovens, mas isso fica mais difícil à medida que eles ficam mais velhos. Trabalhem nisso fervorosamente. Não é preciso haver um abismo que separa as gerações.
O segredo é o amor.
Nossos jovens precisam de amor e atenção, não de condescendência. Precisam de empatia e compreensão, não de indiferença do pai e da mãe. Eles precisam do tempo de seus pais. Os gentis ensinamentos da mãe e sua confiança e amor por um filho ou filha adolescente pode literalmente salvá-los deste mundo iníquo."
Presidente Erza Taft Benson
Essa mensagem está no manual Casamento Eterno, página 356-357.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Cirurgias Plásticas

Uma para corrigir o nariz empinado pelo orgulho e pela soberba.
Outra na correção da língua venenosa e ardilosa.
E nos lábios que demarcam sua tristeza interior.
Drenagem linfática para retirar o orgulho, a inveja e a ingratidão.
Diversos peelings profundos na culpa e no remorso.
Faça uma dermo-esfoliação nas cicatrizes deixadas pela falta de perdão e pelo ódio assim como no rancor envelhecido.
Uma máscara facial para retirar as expressões de mágoas e ressentimentos, igualmente nas asperezas da insensibilidade no trato com as pessoas.
Depois complete com uma hidratação de sorriso e alegria, hidrate suas mãos todos os dias com a prática da solidariedade.
Coloque lentes coloridas da paciência iluminando o seu olhar...
Realize um implante de entusiasmo e atitude positiva.
Realce o cabelo com luzes da consciência tranqüila e da paz de espírito.
Finalize com uma hidromassagem usando sais da generosidade e pétalas da tolerância que é bom para o coração e a alma.
Observação: esses ingredientes não são encontrados nas melhores lojas do ramo.
Estão dentro de você
sábado, 23 de abril de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
Casamento
Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia, mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preprarar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca, mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio”, disse Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e ent
ão a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles, mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".
Eu não consegui dirigir para o trabalho... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia... Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe Jane. Eu não quero mais me divorciar".
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe
"E também em verdade vos digo: Se um homem se casar com uma mulher pela minha palavra, que é a minha lei, e pelo novo e eterno convênio e for selado pelo Santo Espírito da promessa por aquele que foi ungido, a quem conferi esse poder e as chaves desse sacerdócio e for dito a eles: Surgireis na primeira ressurreição; e. se for depois da primeira ressurreição, na próxima ressurreição, e herdareis tronos, reinos, principados e poderes, domínios, (...) e estará em pleno vigor quando estiverem fora do mundo; e passarão pelos anjos e pelos deuses ali colocados, rumo a sua exaltação e glória em todas as coisas..."
DC 132:19
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela. Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia, mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preprarar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca, mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio”, disse Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns
ão a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles, mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".
Eu não consegui dirigir para o trabalho... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia... Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe Jane. Eu não quero mais me divorciar".
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto.
Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
"E também em verdade vos digo: Se um homem se casar com uma mulher pela minha palavra, que é a minha lei, e pelo novo e eterno convênio e for selado pelo Santo Espírito da promessa por aquele que foi ungido, a quem conferi esse poder e as chaves desse sacerdócio e for dito a eles: Surgireis na primeira ressurreição; e. se for depois da primeira ressurreição, na próxima ressurreição, e herdareis tronos, reinos, principados e poderes, domínios, (...) e estará em pleno vigor quando estiverem fora do mundo; e passarão pelos anjos e pelos deuses ali colocados, rumo a sua exaltação e glória em todas as coisas..."
DC 132:19
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Bons Professores

"Os bons professores promovem a união entre os alunos.
À medida que externam suas ideias e escutam com respeito umas às outras, as pessoas não só criam uma atmosfera propícia ao aprendizado, mas também ficam mais unidas."
(ver Ensino, Não Há Maior Chamado , 2009, p. 63).
domingo, 17 de abril de 2011
Pão da sobrevivência
2 xic aveia (flocos finos)
2 xic e meia de leite em pó integral
1 xic de açúcar
meio pacote de gelatina cítrica (limão)
3 colh sopa de mel
Preparo
Coloque todos os ingredientes secos (menos a gelatina). Em uma tigela a parte acrescente um pouco de água ao mel para dissolve-lo. Junte a gelatina já dissolvida a essa mistura, coloque tudo na tugela com os ingredientes secos.
Misture bem e vá adicionando aos poucos colheres de agua fervida, apenas o necessário para tornar a massa mais úmida. NÃO deve ficar muito mole.
Leve ao forno por 20 minutos.
Após assado, envolva o pão em papel alumínio e guarde em caixa bem fechada para melhor conservação.
Este pão não é perecível.
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